Dimas Uchoas

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            Dimas Uchoas

Musico, Cantor e compositor

Musicas e Letras

 
Hera         Musica de Dimas Uchoas Zeus não sabe o que fazer. Zeus não sabe o que fazer. Zeus não sabe o que fazer, com esta Hera, Com esta Hera. Teus olhos verdes quando me olham são azuis É difícil saber o que você esta pensando. Neste hilário mundo colorido o cinza e turvo se escondeu. Preferiram amar o intangível e se esqueceram de Hera. de Hera, de Hera. Zeus não sabe o que fazer.... As Chaves perdidas já não abrem mais as portas Mudaram as cores, mas os seres são os mesmos Os ditos Homos-sapiens-sapiens Diferem do que é humano. Duas espécies vivendo juntas, passou o tempo e se esqueceram de Hera, Hera, Hera. Zeus não sabe o que fazer... Sua cara amarrada não me afeta em nada Seus segredos turvos, sua realidade é morta Lentos, perdidos sem destino algum. Sem um lenço pra chorar Esperando encontrar: A Deusa do Limbo, Hera. Hera, Hera. Zeus não sabe o que fazer... Obs: Musica Hera me refiro a Era de Aquárius e a displicência da humanidade.
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  LiliTh Música de Dimas Uchoas Me procurava sempre quando é noite Ludibriando meu coração. Me transportando para um mundo alheio. Alheio a tudo, tanto, quanto, quando. Tempo passado pretérito imperfeito. Não teve jeito me levei Nem mesmo Mazarope no apogeu de sua glória. Charles Chaplin se perdeu na história Sugar Ray Leonard e sua guitarra metabólica Aeister crowley e sua cabeleira mórbida. Espero que você lembre de mim Num guardanapo na mesa de um bar. Me lembro muito bem quando você chegou Trazendo flores para o meu quintal Um tema de Mendelssohn Sonhos de uma noite de verão Me perdi na sua fantasia Me esqueci até do futebol Travei um drama com meu coração Perdi meu sono vendo a lua no céu Um verdadeiro vendaval Um derradeiro medieval Tocando um samba de Peri Num ato falho entre o bem e o mal. Copyright © Dimas Uchoas Obs: Musica Lilith. é o mar de enganos onde as pessoas estão mergulhadas.       Copyright © Dimas Uchoas  

 
Destino Musica de Dimas Uchoas Clandestinamente eu ando com você, O destino deste Clã só depende de querer Vagando vou buscando um pouco sem saber, O porto deste clã, o Clã do cais do porto Um resto de saudades que ficou pra traz, se um passo é liberdade dei um passo e muito mais. Um Rastro de saudades, Um lastro de verdades. E quando percebi me calei. Foi quando eu ti vi, no silêncio deste olhar. A distância quando é longe apressa o caminhar. Ver o horizonte deu vontade de chegar Na estação das flores um perfume invade o ar. E clandestinamente eu olho par você. Minha mente clandestina não sabe o que fazer. Espero uma resposta na hora em que eu chegar O destino deste Clã me leva a algum lugar Pedaços mal guardados não e bom se desfazer. Nem tudo posso ser, mas tudo posso crer. As águas falam mais que o tempo que passou. As noite não apagam as horas que ficou. E nos autos e baixos, me dei foi bem de mais. Não sei se projetasse seria tão capaz. Rever meus horizontes deu vontade de andar. Na estação das flores um perfume invade o ar. ( O destino de um Clã) é um convite, um chamado por pessoas  que estão se sentindo Clã-destinas neste espaço Quântico. Esta na |hora de Partir.
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  Tietê "UM RIO QUE NÃO VAI PRO MAR" Música de Dimas Uchoas Entenda Eu sempre estive aqui E quando você chegou E te recebi de braços abertos No meu jeito quieto Como uma criança que não sabe dizer não Mas também não disse sim Então Eu recebi tudo o que você não quis Que jogou fora Que jogou em mim A suas tristezas em fim Suas dores sim Você não me viu, não me notou. Me abandonou. Vou te dizer Não sou mais feliz Não sei mais sorrir Eu mem sei mais sonhar Eu só queria um pouco Um pouco, um pouco do teu olhar. Sou um rio que não vai pro mar Com uma tristeza que não quer passar Que não quer passar E agora Meu perfume você não quer sentir Perfume que você me deu Nas minhas margens não quer mais andar Você me desprezou, você me matou. Sou um rio que não vai pro mar Com uma tristeza que não quer passar Que não quer passar Lembre de mim, Olhe pra mim Lembre de mim, Olhe pra mim Obs: O que o Rio Tietê esta dizendo.??!!     Copyright © Dimas Uchoas  
 
Sinta Musica de Dimas Uchoas Sinta, Senta, ouça, olhe, cante, dance, fale. Pense, sonhe, viva, ande, movimente. Observe, Tudo pode ser um pouco de você. Você vale, vale, vale, você vale muito mais. Você vale, vale, vale, você vale, você vale muito mais. Pare, Cale, se reflita todo, toque um toque Ousa o toque, Sinta o toque. Você pode fazer parte de tudo o que você vê. Seja, seja, seja, seja muito mais. Seja, seja, seja, seja muito mais. Vento, ventania, chuva, sol, Tempestade. Rios, lagos, olhares perdidos no horizonte. Isto tudo pode acontecer. Viva, viva, viva, viva muito mais Viva, viva, viva, viva muito mais Busque, lute, acredite, aposte. Note-se, liberte-se, sonhe. Sonhe um sonho que só você pode sonhar. Sinta, Sinta, Sinta, Sinta muito mais. Sinta, Sinta, Sinta, Sinta muito mais. Sinta, Sinta, Sinta, Sinta muito mais. Obs: Nesta Musica falo de um Universo que as pessoas ocupadas não veem, é um Chamado para Dhyana; A realidade sem a distorção irreal criada  pela mente pensante. Copyright © Dimas Uchoas
  Irará Musica de Dimas Uchoas Porque a guerra acabou Seu amor é bom de mais Melhor não há Melhor não dá. Só se for agora. Teu sorriso atraiu o meu olhar E as águas do mar Oxalá foi beijar. O tempo deixou num suor. Uma lenda, Uma tenda, Uma fenda, uma flor. Ser feliz, Se consumir. Acabou começou. No acalanto um soluço de alegria ou de dor. Partir , ficar. Maré já encheu, Maré já vazou, Lá longe bem longe avistei Rará. A minha casinha coberta de sapê. Meu arco, minha flecha, minha cabaça de mel. Eu Irará, Irará, Irará. Eu fui a Irará, Irará, Irará. Eu foi a Irará, Irará, Irará. Obs: Falo da existência de um lugar inexplicável, para quem ainda não o encontrou.  Mas que quem o encontra nunca mais o desencontra.         Copyright © Dimas Uchoas  
 
Cora Musica de Dimas Uchoas Este espaço levará Este Pedaço “Letára” Este escasso unirá. Este traço guiará. Este laço, Pedaços de melodias mal passadas. Pena que você não soube esperar. Embora leve o tempo que levar Demoras acore o tempo de enxugar A cera leva um tempo pra secar Se você não viu o Sal não Viu o Mar Este inverno acabará. Este inferno fim dará. Este interno mudará. Este incerto envolverá. Este elo, Depois da tempestade o arco-íres. Deslumbrante e calmo brilhará Embora leve o tempo que levar Demoras acore o tempo de enxugar A cera leva um tempo pra secar Se você não viu o Sal não Viu o Mar Subentendo que você saberá Quando for à hora de calar Quando for a hora de sonhar Quando por o cora pra falar Este quando, Já não há mais tempo o trem vai passar Faça uma dança com os teus apelos. Embora leve o tempo que levar Demoras acore o tempo de enxugar A cera leva um tempo pra secar Se você não viu o Sal não Viu o Mar Obs: Esta tudo acontecendo, Vai ser como Deus quiser  ou será como Deus quiser. Hora de acordar porque já não há mais tempo. 
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  Maia Musica de Dimas Uchoas Teu amor é uma verdade Meu amor uma ilusão Os teus sonhos, realidade Os meus sonhos uma canção Os dias sempre passam e os teus parados estão. Você sempre diz sim, eu sempre digo não. Quero aprender todas as verdades Preciso viver todas as mentiras. Eu sinto o peso do Viver, Eu sinto o suor no meu rosto O meu corpo envelhecer e o tempo que não para. Com meus Erros você chora meus acertos você ri. Teu amor por mim é grande como é grande o meu por ti. Se estas longe me desespero se estais perto sou feliz. Se te escondes eu te busco, eu não sei viver sem ti. Este quantum de realidade, dogmáticas que me fazem calar. Cego dirigindo cego, eu não quero compactuar. Sou teu Maia e você é meu Shangrila Obs: Maia é uma conversa entre a Mente e o consciente, entre as palavras e o espaço entre as palavras: o Eu consciente no mais profundo silêncio. Maia e Dhyana         Copyright © Dimas Uchoas  
 
Sodomá Musica de Dimas Uchoas Esses Homes e suas máquinas maravilhosas Se perdendo aos poucos nos seus próprios pesadelos Resumiram suas vidas a uma chave de partida Nas cidades grandes os teus olhos não param não Teus traumas não passam não Teus corpos não dizem não Lentamente, lenta a mente lembra lentamente lembras a mente. Na solidão de edifícios e avenidas Os seres se iludem que são muitos que muitos são Seus esconderijos e disfarces negam a realidade Teus relógios Carolina Errera Seus Celulares e LapTops Somos todos seres somos todos iguais Lentamente, lenta a mente lembra lentamente lembras a mente. Todos nós somos seres a que bebemos a mesma água Todos nós somos seres que respiramos o mesmo ar De repente até pisamos o mesmo Solo a mesma terra Desses Deuses nos esquecemos Deste mundo pouco sabemos Terra fogo água e ar Lentamente, lenta a mente lembra lentamente lembras a mente. Comentário: Aqui eu falo da distância que os homens construíram entre seu Eu cósmico e sua alma terra. Valorizando tudo que finito, A Inversão Completa de Valores.
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Comentário:   Uma apologia a Maria de Magdala (Maria Madalena)   Copyright © Dimas Uchoas
 

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